Absolutismo Monarquico
Absolutismo
Em termos de definição, o Absolutismo Monárquico foi o fenômeno político do apogeu do Estado Nacional, no qual a autoridade dos reis não conhecia limites institucionais.
Deste período, destacam-se três teóricos (filósofos “de fora” que observavam e analisavam os acontecimentos): Maquiavel,Thomas Hobbes e Jacques Bossuet.
Maquiavel escreveu, em Florença, no séc. XV,“O Príncipe”, uma espécie de manual entregue como presente ao rei, justificando a autoridade do Príncipe (simbolizando o Rei) como premissa da ordem, onde “os fins justificam os meios”, dizendo, entre outros, que o rei deve ser “amoral” (e não imoral), sendo proibido e condenado pela Igreja por “ensinar os homens a tomar as rédeas do mundo”, algo até então designado pela igreja (filosofia escolástica).
Jacques Bossuet era um religioso que fazia parte da corte de Luiz XIV, o Rei-Sol francês (vide imagem acima), e organizou a chamada “Teoria do Direito Divino” (o modelo clássico), se baseando na preposição de que, "se a ordem era promovida por Deus, e se Luiz XIV estabelecia a ordem, então Luiz XIV era um enviado divino."
Thomas Hobbes, talvez o mais complexo dos três, foi um inglês que fez parte da escola jusnaturalista, cujo pensamento era proveniente do Estado de Natureza – um cenário hipotético da vida humana sem a presença de ordem, conhecimentos ou líderes, em seu estado mais cru, sem noção de “nada”, aparecendo este como um ser brutal, egoísta, não conhecedor de limite algum. Hobbes afirmou que “o homem é o lobo do homem”. Por tal, afirmava que o homem deveria ser controlado, preso, subordinado, e que os homens, conscientes disso, deliberadamente abriam mão de sua liberdade para que a ordem se mantivesse através da presença de um poder absoluto, que ele chamou de Leviatã, o chefe de Estado – Rei – que estabelecia limites, lei e ordem, salvando o homem de si mesmo em seu “Estado de Natureza”. Assim, justificou deste modo o Absolutismo como forma de superar o caos do Estado de Natureza.
-Intervenção do livro de Maquiavel ( O príncipe ) no Absolutismo
- O livro de Maquiavel teve grande interferência no Absolutismo,suas idéias foram praticamente,totalmente empregadas,ele defendia totalmente o Absolutismo.Tanto que normalmente se diz Absolutismo Monárquico.
A ideia do Absolutismo era de; o Rei ter todo o poder,tanto executivo,legislativo e judiciário.
ou seja,ele que executava as leis,legislava e ainda por cima tinha o poder de jugar.
Luiz Felipe da Silva n_25 2°B
A ideia do Absolutismo era de; o Rei ter todo o poder,tanto executivo,legislativo e judiciário.
ou seja,ele que executava as leis,legislava e ainda por cima tinha o poder de jugar.
Luiz Felipe da Silva n_25 2°B
Acabei de verificar suas postagens e já estou computando suas notas. Aguarde o resultado final.
ResponderExcluirUm abraço!
Marcos Aurélio